Como pagar suas dívidas no crédito e se livrar dos boletos do Banco do Brasil

Se ouvem frases como “eu dou um gosto porque eu mereço isso”, “pagamento com cartão e depois o líquido de vários meses”. Se a sua resposta for sim, talvez você encontrar um problema de dívidas, as mesmas que é indispensável pagar para estar pronto para qualquer imprevisto e propor novas metas financeiras.

As más decisões financeiras (além de não deixá-lo dormir) te impedem de contar com um ‘colchão’ econômico para casos de emergência. Por isso, não há melhor investimento que liquidar uma dívida. Para iniciar este processo de felicidade e satisfação, o primeiro passo está em negociar tudo o que for possível. O que não for, opte pela segunda conta banco do brasil e sacrifique um gasto não tão importante para pagar este boleto.

Pedir emprestado, acrescenta, representa a comprometer os rendimentos futuros, que são usados em questões tão básicas como o pagamento antecipado da mensalidade das crianças, ou cobrir um imprevisto tipo a descompostura do auto. Existem alguns sinais de alarme, as quais indicam que sua organização financeira não está sendo ótima, por exemplo:

  • Para pagar pedir emprestado, por outro lado.
  • Só pode cobrir pagamento mínimo de seus cartões de crédito.
  • Você utilize o ‘dinheiro de plástico’ para pagamentos antes realizadas em dinheiro.
  • Se ficar sem dinheiro a meio da quinzena e o resto de financiamento com cartões.

Isso é o que você precisa saber se está considerando a consolidação de empréstimos:

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Transferências de saldos de cartões de crédito

Muitas empresas de cartões de crédito que oferecem transferências de saldos com um juro de zero por cento ou com um interesse muito baixo para convidá-lo a consolidar as suas dívidas em um único cartão de crédito.

Se, após a análise se restam dúvidas sobre como lidar com seu dinheiro, há um diagnóstico que não falha: se você não tem capital suficiente para pagar suas contas mensais e poupar pelo menos 10% a cada mês, algo está errado, talvez, você está vivendo acima de seus recursos econômicos, descreve Roberto Belo.

Existe o mito de que as pessoas com a “saúde financeira” têm um dom natural para lidar com o dinheiro. A realidade é que chegar à quinzena sem problemas e começar a criar um patrimônio não é uma questão de sorte, mas de disciplina e constância. No país, cinco em cada 10 pessoas ficam sem dinheiro antes de terminar a quinzena, e destes três de cada 10 recorre a empréstimos familiares para liquidar seus compromissos econômicos, de acordo com dados do Banco do Brasil.

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